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	<title>Comentários sobre: Mallu Magalhães - Música, cultura e myspace - Parte 2</title>
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	<description>Comunicação, marketing e empreendedorismo</description>
	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 22:15:42 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Leo Parnes</title>
		<link>http://www.ideavertising.com.br/conteudo-colaborativo/mallu-magalhaes-musica-cultura-e-myspace-parte-2.html#comment-609</link>
		<dc:creator>Leo Parnes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 17:13:12 +0000</pubDate>
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		<description>Namora com ela. 

Brincadeira. Nao defendi nem desdefendi. Acho válido o que a menina faz, gosto, escuto. E baixei os mp3s para ouvir no meu ipod. O que eu nao concordo é existe algo estranho ai. Existe algo meio filipe dylon com internet. Existe algo que nao passa naturalmente. Mas ela é fofinha, timida, um doce. Eu quero que ela de certo, mas nao posso deixar de registrar que nao acho que isso tudo seja tao desprovido de razoes comerciais. Se tiver uma gravadora por tras ou um empresario ou mesmo os pais ou ate ela, isso é otimo. Mostra que esse grande sistema falido começou a mexer os pauzinhos no mundo web. E esse produto é de qualidade. Mas nao adianta fugir, ela é produto, seja um produto construido por alguem ou construido por ela mesma. 

PS: E nao veja o lado mal dela ser um produto. Bob Dylan e outros também foram, Nirvana foi um produto. A sociedade exigia aquilo naquela época, hj exige isso que a Mallu ta fazendo. 

Parabéns pra Mallu e parabens pra vc pelo seu comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Namora com ela. </p>
<p>Brincadeira. Nao defendi nem desdefendi. Acho válido o que a menina faz, gosto, escuto. E baixei os mp3s para ouvir no meu ipod. O que eu nao concordo é existe algo estranho ai. Existe algo meio filipe dylon com internet. Existe algo que nao passa naturalmente. Mas ela é fofinha, timida, um doce. Eu quero que ela de certo, mas nao posso deixar de registrar que nao acho que isso tudo seja tao desprovido de razoes comerciais. Se tiver uma gravadora por tras ou um empresario ou mesmo os pais ou ate ela, isso é otimo. Mostra que esse grande sistema falido começou a mexer os pauzinhos no mundo web. E esse produto é de qualidade. Mas nao adianta fugir, ela é produto, seja um produto construido por alguem ou construido por ela mesma. </p>
<p>PS: E nao veja o lado mal dela ser um produto. Bob Dylan e outros também foram, Nirvana foi um produto. A sociedade exigia aquilo naquela época, hj exige isso que a Mallu ta fazendo. </p>
<p>Parabéns pra Mallu e parabens pra vc pelo seu comentário.</p>
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		<title>Por: Gilson Pessoa</title>
		<link>http://www.ideavertising.com.br/conteudo-colaborativo/mallu-magalhaes-musica-cultura-e-myspace-parte-2.html#comment-608</link>
		<dc:creator>Gilson Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 15:14:47 +0000</pubDate>
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		<description>Discordo do que eles falam por lá, e da idéia de tratar ela como produto. Qual o tamanho da fortuna dessa menina capaz de pagar tanto jabá? Mesmo que tenha uma grande gravadora por trás dela, será que falidos como estão investiriam tanto em alguém desconhecido, tão jovem e com um estilo tão diferente? 

Analisando as datas das publicações, me parece que tudo  rolou pós a aparição dela no Altas Horas.

O fato é que, a galera que não se identifica com o som tenta encontrar meios pra justificar tamanha repercussão.

Eu já acho que o que está acontecendo como ela é algo natural em uma sociedade mais conecetada, onde no mundo virtual o hype é descobrir coisas legais e diferentes no meio de uma infinidade de coisas inúteis que temos na grande rede. Nós mesmos, aqui no idea, escrevemos e comentamos sobre novidades da comunicação do mundo mundo que conhecemos com ajuda da web.

Então, a medida que os produtores de programas de televisão, os redatores das revistas e demais profissionais responsáveis pelo conteúdo editoriais das grandes mídias se tornam heavy user da web e mais presentes nas redes sociais como o myspace, listas de discussão e twitter, um leque de sugestões de pauta surge na tela de seus compudadores.

E tem mais. Esse tipo de coisa acontece muito na gringa e já faz um tempo. Eu conheço a Terra Naomi, e vc mesmo outro dia me passou alguns outros nomes. 

E pra fechar o cometário que é algumas vezes maior que o post, vamos analisar alguns fatos: uma menina de 15 anos que demonstra ter apurado conhecimento musical, inclusive instrumental, que compõem suas próprias músicas em inglês tendo como referência alguns ícones de gerações passadas já não é um tanto incomum? Num vale o registro em um programa de televisão tipo o Altas Horas, Jô e na Rolling Stones? Ou melhor mesmo é falar do CREUUUUUU? 

:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discordo do que eles falam por lá, e da idéia de tratar ela como produto. Qual o tamanho da fortuna dessa menina capaz de pagar tanto jabá? Mesmo que tenha uma grande gravadora por trás dela, será que falidos como estão investiriam tanto em alguém desconhecido, tão jovem e com um estilo tão diferente? </p>
<p>Analisando as datas das publicações, me parece que tudo  rolou pós a aparição dela no Altas Horas.</p>
<p>O fato é que, a galera que não se identifica com o som tenta encontrar meios pra justificar tamanha repercussão.</p>
<p>Eu já acho que o que está acontecendo como ela é algo natural em uma sociedade mais conecetada, onde no mundo virtual o hype é descobrir coisas legais e diferentes no meio de uma infinidade de coisas inúteis que temos na grande rede. Nós mesmos, aqui no idea, escrevemos e comentamos sobre novidades da comunicação do mundo mundo que conhecemos com ajuda da web.</p>
<p>Então, a medida que os produtores de programas de televisão, os redatores das revistas e demais profissionais responsáveis pelo conteúdo editoriais das grandes mídias se tornam heavy user da web e mais presentes nas redes sociais como o myspace, listas de discussão e twitter, um leque de sugestões de pauta surge na tela de seus compudadores.</p>
<p>E tem mais. Esse tipo de coisa acontece muito na gringa e já faz um tempo. Eu conheço a Terra Naomi, e vc mesmo outro dia me passou alguns outros nomes. </p>
<p>E pra fechar o cometário que é algumas vezes maior que o post, vamos analisar alguns fatos: uma menina de 15 anos que demonstra ter apurado conhecimento musical, inclusive instrumental, que compõem suas próprias músicas em inglês tendo como referência alguns ícones de gerações passadas já não é um tanto incomum? Num vale o registro em um programa de televisão tipo o Altas Horas, Jô e na Rolling Stones? Ou melhor mesmo é falar do CREUUUUUU? </p>
<p>:)</p>
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