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Marcas desprotegidas

Publicado por Thiago Nascimento na categoria Marketing, Marketing Digital em 15.04.2007

Com a popularização da internet e a facilidade de qualquer pessoa gerar conteúdo na rede, pequenas e grandes marcas precisam respeitar ainda mais os consumidores. Isso porque para uma imagem de marca ser denegrida em um ambiente tão aberto como a web, basta um consumidor se sentir prejudicado e desprezado pela empresa e ter acesso à internet.
Essa exposição negativa pode ser através de notícias, como essa aqui, da marca Italiana de chocolates Ferrero Rocher, que como está publicada na internet tem um poder viral muito grande - a notícia até agora tem 105 comentários “metendo o pau” na marca.
Pode ser através da geração de conteúdo como é o caso desse site, criado por um consumidor exclusivamente para denunciar a falta de interesse e compromisso das Casas Bahia em solucionar o problema do mesmo.
Ou se preferir, o consumidor pode ir até o Reclame Aqui - o site do consumidor, escolher uma das diversas marcas lá existentes e fazer sua crítica.
Portanto, você que está lendo esse post e tem uma marca ou presta algum tipo de consultoria para alguma outra, é bom ter respeito e ética para com os “novos conectados consumidores”.
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2 comentários

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  1. Felipe Muñoz

    É dificil não levar processo, teve até um caso nos Eua, que o cara processou Deus, como o representante na Terra é a Igreja Catolica, o cara faturou axo que 2 milhões de dolares.

    O_o

  2. Leonardo Araújo

    Concordo plenamente. Mas até em fatos ruins como este daí, uma marca pode dar a volta por cima.

    Algumas páscoas atrás, comprei pra minha namorada na época um ovo de páscoa da Nestlé. O ovo, sabe-se lá por quê, veio com uns bichinhos e uma espécie de seda (do bicho mesmo) no interior do ovo. Liguei para a empresa e eles disseram que provavelmente foi falha do revendedor ao armazenar o produto, mas como eu não tinha nada a ver com isso, eles iriam recolher o material e me mandar uma cestinha com umas três barras de chocolate, bombons e outros doces, além de uma necessáire. E tudo isso em, no máximo, dois dias. Eu fiquei satisfeitíssimo e a marca saiu fortalecida no meu conceito ao final do processo.

    Acho que, no fim, o que vai definir a impressão que teremos da empresa é o resultado da postura que ela vai assumir para resolver o problema.

    Ficam as perguntas: será que essa consumidora chegou a ligar para a empresa? Se não, ela foi ética ao expor isso assim?

    Abração!

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Sobre o autor

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Um publicitário inquieto metido a jogador de futebol que prefere 1000 vezes colocar a bola entre as pernas do zagueiro a fazer um gol (o que não quer dizer que não dou valor aos resultados). Aventureiro, apaixonado e fã da namorada, tem MBA em marketing, trabalha como analista de negócios na Ampla Ponto e é o idealizador do Ideavertising.

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