CQC - Nesta segunda às 10:15h da noite
Publicado por Thiago Nascimento na categoria Viral em 09.03.2009
Na semana passada um dos vídeos mais assistidos no youtube (Brasil) foi a briga de Rafinha Bastos e Marco Luque, nos estúdios do programa CQC na Argentina.
05 dias depois, o vídeo ganhou mais alguns minutos e uma revelação, veja:
Desde a publicação do primeiro vídeo, várias pessoas perceberam que se tratava de uma briga fake e foi gravada para dar visibilidade ao CQC. O assunto rendeu, gerou bastante polêmica e mídia espontânea para o programa que inicia sua nova temporada hoje.
O Simviral fez um post completo sobre o assunto. Veja.
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Perdi o programa. Droga!
nos ajude, o povo de rio bonito está desesperado, a cidade está falida. o prefeito superfaturou a festa da cidade, além de n realizarem todos os serviços conforme processo.
PRECISAMOS DE VCSSSS: SUPERFATURAMENTO EM RIO BONITO - RJ
esta reportagem abaixo foi publicada no jornal gazeta de rio bonito e esse rapaz é uma pessoa conceituada.
Apaixonado por Rio Bonito e detentor do maior acervo cultural que narra a história da cidade, o líder da banda Maverick, Marcelo Cardozo, o Marcelo Kaus (foto), disse na última segunda-feira (11), que está extremamente irritado com a administração municipal. De acordo com ele, “além de não dar condições para que os músicos fizessem um show adequado, na noite do dia sete de maio, eu descobri um esquema de superfaturamento no contrato celebrado com as bandas”, denunciou.
A reportagem da GAZETA RIO BONITO teve acesso ao processo de contratação das bandas. No documento consta um cachê de R$ 13,8 mil para o grupo Quatro por Um e para o Eugênio Jorge. Além disso, o processo determina R$ 1,5 mil para hospedagem, R$ 500 para alimentação, R$ 2 mil para o translado, R$ 500 para o camarim, R$ 1,5 mil para a produção, R$ 400 para carregadores e R$ 250 para bagagem, um valor de R$ 20,4 mil para cada banda, que juntas eles receberiam R$ 40,9 mil.
A nossa reportagem conseguiu fazer contato na terça-feira (12), com Andrea, responsável pela agenda do grupo Quatro por Um. Ela pode ser contatada pelos telefones (21) 2498-0681/7892-4805. De acordo com ela, para tocar em igrejas, o cachê é de R$ 2,5 mil, “mas para apresentações abertas, como aconteceu em Rio Bonito, o cachê é de R$ 10 mil para a apresentação e R$ 500 para o translado”, disse Andrea. Mas de acordo com o processo, o valor gasto com o grupo foi de R$ 20,4. Já com o cantor Eugênio Jorge, o contato através do telefone (12) 3144-1780, número dado pela rádio Canção Nova, não atendeu depois de vária tentativas.
Para o músico começa aí o suposto superfaturamento, “porque o combinado foi que nós receberíamos um cachê de R$ 1,5 mil e não R$ 3 mil. E que translado é esse, se eu moro no Centro da cidade, a menos de 500 metros da Praça da Bandeira, onde aconteceria o show?”, questionou. Sobre o valor especificado para o camarim, Kaus vê outra irregularidade. “O processo prevê uma despesa de R$ 500 para cada banda, mas nos deram uma tenda cheirando a animal, colocada na beira da linha do trem, com algumas latas de cerveja. Isso custa R$ 500? Além disso, se nós iríamos tocar no mesmo dia da banda xicoChico, para que dois camarins? E o recurso destinando a produção foi para que? Afinal, nós ficamos largados no palco e ninguém deu um mínimo atenção para nós”.
Procurado pela nossa reportagem, na última quarta-feira (13 de maio), o chefe de Gabinete Edelson Antunes, que assinou o processo, disse o seguinte: “no momento são precisamente 18h37min, a família já está lá em baixo me aguardando, e eu não tenho processo aqui em mãos. Amanhã, agente pode voltar ao assunto… Ta? Porque eu não tenho aqui como argumentar com você no momento, ta ok? Obrigado!